sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Quando as linhas não são contornos mas trajectos onde o lobo se perde, no corpo dela...


As linhas subtis, o texto que se des(enrola) em torno do seio e que sobe pela coluna como um quase imperceptível arrepio, o lobo que se perde, prende e revela na mancha vermelha do capuz, o rosto sensual à sombra do mistério de uma mulher, as linhas que não são contornos mas trajectos de lágrimas, de olhares, de voos ...Sublime ilustração de Manuel Rebollo.

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